sábado, 30 de janeiro de 2010

Fusão de Estados-membros

Nossos parlamentares discutiram ano passado (2009) a proposta de dividirem alguns estados da federação. Especialmente nos Estados da Região Norte. Estados como Tocantins, Roraima e Mato Grosso do Sul se dividiram em virtude de desenvolver a região.

Estados com enorme porção de terra é prejudicial ao desenvolvimento no plano regional, a conseqüência disso, são que cidades como as capitais dos Estados acabam por ganhar uma superestrutura em nível de tecnologia, logística, transporte, saúde etc., tornando o desenvolvimento assimétrico.

Na Antiga Grécia essas polis eram conhecidas como cidade-estado. No Brasil o exemplo mais nítido são as cidades localizadas no norte do país como: Manaus e Belém. Nessas cidades se concentra a maior parte dos recursos humanos como mão-de-obra qualificada, maquinários, indústria, comércio. Enquanto nos demais municípios ficam à mercê de recursos do governo do Estado.

A idéia de divisão de estados na Amazônia é insana. Um grupo de pessoas quer dividir o conflituoso Estado do Pará em dois ou até em três. Esse Estado já é conhecido pelo conflito agrário no interior do estado. Ocorrem constantes desmatamentos e grilagem de terra.
Sabemos que a nossa carta magna permite no Art. 18. § 3º CF “Os Estados podem incorpora-se entre si, subdividir-se ou desmembra-se para se anexarem a outros, ou formarem novos Estados ou Territórios Federais, mediante aprovação da população diretamente interessada, através de plebiscito, e do Congresso Nacional, por lei complementar.” Acresce do Art. 21, inciso IX – “elaborar planos nacionais e regionais de ordenação do território e de desenvolvimento econômico e social”

Sabemos também que não é nobre esta proposta de dividir mais Estados como fizeram no passado. Existem muitos interesses escusos de pessoas inescrupulosas o qual tem tão-somente a intenção de usufruir de vantagens obtidas ilicitamente.

Tenho como proposta ao invés de criarem novos Estados, fundirem os cincos estados do Nordeste do Rio Grande do Norte a Sergipe.













Estados do Nordeste (em sentido horário):

1 • Maranhão, 2 • Piauí, 3 • Ceará, 4 • Rio Grande do Norte, 5 • Paraíba, 6 • Pernambuco, 7 • Alagoas, 8 • Sergipe e 9 • Bahia.


Como fica:













Sugestão de nomes:

- Estado do Rio Grande do Leste, Grande Pernambuco, Estado do Agreste...
O Estado do Rio Grande do Leste seria a união dos atuais: Estados do Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Sergipe.

Por que formar esse novo Estado?

O Estado do Rio Grande do Leste composto dos atuais territórios do Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Sergipe fortaleceriam a estrutura do estado nos níveis econômicos, sociais e culturais. Também tornaria mais fácil o combate da corrupção e colocaria um fim na cultura do coronelismo.

Com a Fusão, obrigaria o Governo Federal destinar mais recursos financeiros para a região. O combate a corrupção é primordial.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Mais outra Palhaçada da Prefeitura e seus Capangas



A cidade de Manaus é atualmente governada sobre a linha tênue do despotismo. A falta de personalidade do prefeito da capital do Amazonas tem seguidores na Câmara Municipal, que obedecem religiosamente as mais absurdas propostas contra a população da cidade. O que os manauaras não esperavam era a aprovação da taxa de lixo. O primeiro ano é registrado também por uma série de desmandos, ou melhor, ataques aos direitos conquistados pela sociedade amazonense.


A aprovação da taxa de lixo pela Câmara de Manaus é mais um dos itens do pacote das medidas lesivas ao patrimônio público municipal, à moralidade é desrespeitada e levando mais uma parcela do nosso dinheiro para a lata de lixo. O Brasil se configura, no rol das nações com a maior carga tributária do mundo, nisso o que era para ser revertido em uma melhor prestação de serviços à comunidade no que se refere: à saúde, à moradia, infraestrutura e segurança pública. Todavia, isso reflete no pior serviço prestado das esferas governamentais.


O Brasil é um país dos absurdos, governantes se aproveitam da ausência de senso crítico, investigativo e reflexivo da parcela mais carente da população e das mãos atadas da classe média para prática e hábitos incomuns. A individualidade e a impunidade é o que faz o corrupto em busca privilégios para si. Esquece-se que foi eleito para representa o povo, a coletividade e não um grupo de abastados. Nesse país a lógica é sempre invertida. Os valores são sempre subjetivos moldados a peculiaridade do ser.


Lembremos dos atos do passado:


- nosso prefeito gosta de se ausentar nas horas importantes da cidade, o exemplo mais nítido: foi para Copenhagen quando a cidade mais precisava, no momento do fogo, ele é o primeiro a correr invés de jogar água. Lembro de vários estadistas que abandonaram suas viagens para correr imediatamente para sua nação ou cidade em momentos de turbulência.


Casos:

O presidente da Ucrânia em viagem oficial ao Brasil, quando soube que a Rússia estava fazendo atividade perto da fronteira da Ucrânia, correu imediatamente para o seu país antes do termino da viagem. Mais outro caso, saindo da esfera de governo, foi na tragédia da TAM na década de 90, o presidente da Companhia, o Comandante Rolim de férias no Caribe, pegou o primeiro avião de volta ao país para liderar a crise da empresa;


- O prefeito não tem foco, gosto de lembrar a gestão passada. E ficar discutindo com o ex-prefeito na mídia. A cidade merece atenção exclusiva.

- Cumprindo compromisso firmado com os empresários de transporte coletivo pré-campanha, reduziu as passagens dos estudantes de ônibus, que apagou sua conquista histórica no passado.


O presente de natal para os manauaras:


- taxa de lixo. (comentários acima)


O futuro:


- Os jornais da cidade dão mais atos imorais contra a classe que o elegeu, ou seja, os mais carentes. O prefeito pretende eliminar os terminais de ônibus da cidade de Manaus. Sem contar que diminuiu privilégio da temporalidade concedido pela gestão passado. Haja retrocesso nas garantias coletivas.

O principio constitucional “Administração Pública, a tendência é prevalência do controle de resultados sobre o controle de meios”. O que vemos é só o controle dos meios e nenhum resultado. Não podemos esquecer também a mentira que a taxa de transporte público voltaria aos R$ 2,00 no mês de novembro. Haja óleo de peroba.

Existem vários tipos de luta contra a injustiça, corrupção e esbulho ao patrimônio público. A minha é esta. Portanto, deixarei os nomes dos prostitutos do poder legislativo municipal e faço coro com alguns solitários vereadores da oposição que lutam contra essa imoralidade.


Nomes que votaram a favor da taxa de lixo:


Amauri Colares, Arlindo Junior, Glória Carrate, Cida Gurgel, Dr. Dennis, Dr. Modesto, Eloi Abreu, Fausto Sousa, Dr. Gomes, Homero de Miranda Leão (Mico), Isaac Tayah, Jeferson Anjos, Apóstolo Marcel (Você se esqueceu do que Jesus disse: - Daí a Cesar o que é de Cesar Apóstolo), Mario Bastos, Massami Miki, Paulo Nasser, Roberto Sabino, Vilma Queiroz, Dr. Vitor, Wilker Barreto, Wilton Lira e Leonel Feitoza.


Nunca esqueçam desses nomes. Eles não representam você. Representam os próprios interesses.


Outra decepção minha é com o Ministério Público Estadual. Em virtude era para assegurar: “defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis”. Não cumprir sua função como deveria de fiscalizar a lei.


Diante da Pior Câmara Municipal do Brasil. O que resta é a soma das lutas de cada cidadão com idoneidade moral frente essa bagunça e descompromisso ético de infelizes vereadores junto com seu prefeito.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Injustiça na Província do Amazonas

Para toda e qualquer pessoa que está com processo em andamento na Justiça, sabe o quanto é difícil provar atos ilícitos em casos de denuncia. Uma das condições para que decisões favoráveis para o julgamento de desvio de ética é a apresentação de provas materiais, como, por exemplo, fotos e vídeos no qual servem para condenar qualquer réu.

Na justiça do Amazonas, apesar de ser lenta e muitas vezes, injustas com os cidadãos de baixa renda e escolaridade. Acusar alguém sem provas é quase impossível que o acusado seja condenado, ou melhor, pode até se reverter o processo contra o acusador que poderá responder por falsa acusação.

O ponto para reflexão é quando se tem prova concreta do fato. E a justiça julgar insuficiente - a televisão está cansada de noticiar ações da Polícia Federal que para justiça são insuficientes as provas quando se trata de pessoas poderosas, ou seja, grande poder econômico – O exemplo local, é o caso do julgamento do prefeito Amazonino Mendes, que na sua campanha eleitoral para prefeitura de Manaus, foi flagrado distribuindo gasolina ilegalmente.

A pergunta que fica é: Qual é o valor das evidencias para a justiça do Amazonas? A cultura da impunidade é reprovada pela a opinião pública amazonense.

Para muita gente com nível de consciência crítica. O Estado do Amazonas, nunca deixou de ser Província, justamente por esses desmandos fisiologistas e corporativista que implica em proscatinação no sentido político estrutural.

Portanto, a justiça deve ser repensada nesse “Estado”. Se não, sempre será bem vinda a visita do Conselho Nacional de Justiça que atuar com precisão ética contra pessoas (juízes e desembargadores) que deveriam seguir o que manda a lei e julgar suas incompetências enquanto decisões tendenciosas frente a causas em que assimetria econômicas entre as partes seja nítido.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Lula engraçado, Amazonino safado


Dois temas mexem diretamente com a vida do brasileiro, são eles: saúde e transporte.

Todos os dias no Brasil, milhares de pessoas sofrem para conseguir atendimento em postos de saúde, na sua maioria a estrutura dos estabelecimento são: precária, insalubre e com falta de medicamentos básicos. A pessoa mais humilde que conhece e convive com esse sistema de saúde, fica se perguntando em que mundo esse políticos vivem? Eles certamente não usam o Sistema Único de Saúde (SUS). Quando estão debilitados e frágeis, eles correm para hospitais mais caros do Brasil, como por exemplo, Albert Einstein e outros. O próprio presidente Lula é um exemplo disso.

O que choca a inteligência das pessoas que dependem desse sistema, é ouvir semanas atrás, Lula convidar o presidente dos Estados Unidos para fazer um cadastro no SUS. Como se fossem o melhor sistema de saúde do mundo. Isto é, engraçado, fantasioso e estúpido ao mesmo tempo.

Em Manaus, o prefeito ainda não está totalmente satisfeito em retira os poucos benefícios do transporte coletivo da cidade. Primeiro reduziu o números de passagem dos estudantes e limitou o pagamento somente via comprar antecipada na carteira dos estudantes. Segundo aumentou a tarifa do transporte coletivo sem necessidade, pois o serviço é o pior do Brasil, com a maioria dos ônibus super lotados e com poucas opções de o usuário ir sentado durante a viagem.

Ultimamente, saiu nos jornais que ele tem a intenção de acabar com os terminais do T1 e T2, respectivamente centro e cachoeirinha. Esqueceu que foram os mais carentes que o elegeu, porém sua fúria é contra esse mesmo povo. Contrasta com sua campanha eleitoral que prometia melhoria em toda cidade de Manaus, ao contrario está piorando tudo. E retirando o pão da mão dos mais pobres. Favorecendo a classe empresarial mais rica da cidade a do transporte.

O Lula é engraçado, mais a realidade é cruel com o menos favorecido. Por sua vez o Amazonino é cara de pau. A pergunta latente na cabeça do povo é quanto ele recebeu dos donos da Transmanaus (empresa de transporte coletivo) para sua campanha eleitoral? E quanto o prefeito vem recebendo para fazer essa verdadeira devassa contra a população? Pela lógica nenhum governante tirar benefícios do povo, ele adicionar, tenta melhorar sua qualidade de vida e não ao contrario. O povo foi ludibriado durante as promessas de melhora. Agora sua revolta está aumentando a cada dia que passa.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

100 milhões lá e cá


Em referência a criminalidade que toma de assalto o país, e especialmente no Rio de Janeiro. Em outras localidades a violência atua desafiando qualquer poder constitucional. O governo federal anunciou uma ajuda já prevista de 100 milhões para combater o crime e sua ousadia na cidade do Rio de Janeiro. Aqui, no Amazonas, o governo estadual destina esse mesmo valor para combater a criminalidade no Estado.

Primeiro, se fomos fazer uma analise mais crítica sobre o tema, veremos que a criminalidade no Estado do Rio de Janeiro é mais caótica do que qualquer outra região do país. Lá tanto os policiais militares quanto os civis portam fuzis, ou seja, armas de guerra utilizada em confrontos como segunda guerra mundial e demais conflitos espalhados em diversas partes do mundo, ao invés de uma arma leve como: pistola e similares.

Outro fato bastante intrigante é que as autoridades regentes estão com cada vez mais perdendo espaço territorial para o crime organizado. Com isso, como futura sede das olimpíadas e cartão postal do país, a imagem do Brasil fora arranhada, por justamente conquistado esse direito de visibilidade global.

No Estado do Amazonas, ultimamente, também vem sofrendo com essa onda de delitos, fruto de esquadrão da morte dos criminosos e policiais corruptos. É difícil entender que o governo estadual quer investir um valor tão alto na segurança pública deste estado, para muitos ainda com características de provinciais.

Nobre o fato de investir contra os carrascos da lei. Entretanto, é de se convir que seja melhor destinar pelo menos a metade desse volume na prevenção do crime, isto é, designar para área da educação de base e superior, outra para ciência e tecnologia tendo em vista que nosso estado possui a maior área de coberta vegetal. Desse modo, temos que nos espelhar nos japoneses – país pequeno e PIB gigante.

Agindo assim, o governo prepara pessoas educadas e qualificadas pensando já nos eventos como Copa do Mundo de Futebol em 2014. Portanto, é melhor investir mais em pessoal do que máquinas.
* imagem fotográfica do site: www.terra.com.br

domingo, 20 de setembro de 2009

Manaus, muda e surda


Manaus, a maior capital do norte do Brasil continua sem falar, ver e ouvir. No que tange ao seu sistema viário. O caos, a precariedade, a lentidão, e o atraso desse conjunto se fortalecem a cada dia que passa.

Uma cidade castigada pela mentira, pela imobilização e tudo no que indica apatia das autoridades políticas e jurídicas. Esse reflexo, atingem em cheio a população de metrópole que não questiona e também não se mobiliza para interferir nesse desmando.

Vemos e ouvimos a inconformação das pessoas no que diz respeito ao trânsito de carros e ônibus é visível, porém falta expressar esse sentimento latente que os afeta nos meios legais. Isso inclui também cobrar pela promessa de campanha não cumprida.

Certa vez, Aldísio Filgueiras, acadêmico da Academia Amazonense de Letras disse “As pessoas ganham dinheiro, mas não criam vínculo, pertencimento em relação à cidade”. Será essa a resposta para não manifestação de sua cidadania. As pessoas devem antes de tudo amar a cidade que os alimenta, que respira e que permite sua sobrevivência na terra.

Em outro contexto, a mentira divulgada na época da campanha pelo candidato a prefeito de Manaus, que em determinado tempo, dizia que resolveria como num passe de mágica todos os problemas urbanos, especialmente do sistema viário da cidade em três meses, no entanto, já se passaram nove meses e nada de solucionar a causa.

Levando tudo isso em consideração privilegia a quem não deveria. No momento de maior sofrimento no transporte urbano. Ajuda os empresários do setor elevando a tarifa da passagem, retirando as poucas garantias estudantis.

Constatamos na cidade até agora, três ônibus pegaram fogo por falta de manutenção. E nos horários de “picos” pessoas se aglomeram tanto nas paradas de ônibus como nas próprias conduções do sistema.

Portanto, os maiores perdedores são os trabalhadores e seus filhos os estudantes de decisões infundadas, favorecendo mais uma vez a quem não deveria. Fica a pergunta: Quem em sã consciência isso pode acontecer?

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Quanto Vale Ou É Por Quilo



Quanto vale a arrogância, o individualismo das autoridades brasileiras? Ou é por quilo a humildade, a honestidade ou a sinceridade.
A obra cinematográfica Quanto Vale Ou É Por Quilo? Descreve duas fases da história do Brasil, de exploração, miséria, e de putrefação dos princípios éticos no qual a sociedade continua a passar.

Primeiro, no regime escravagista no período da colônia, revela a situação degradante da exploração em que eram submetidos os escravos e escravas, forçados a trabalhar compulsoriamente, bem como sua comercialização.

A segunda fase, o trabalhador passa a ser assalariado e, por conseguinte a exploração consiste no mais valia, conceito desenvolvido pelo teórico alemão Karl Marx, que é “a diferença entre o valor produzido pelos trabalhadores que não especifica no salário que recebem. É uma forma disfarçada de transferência de um excedente para a classe dominante ou para o burguês (dono) dos meios de produção”.

O filme mostra que a solidariedade do terceiro setor sem, contudo generalizar é uma forma mascarada para se lavar dinheiro público para a corrupção na forma de superfaturamento. A cena no qual a agência de comunicação implanta inclusão digital na periferia de uma comunidade desprovida de qualquer atuação do estado. Sendo que os computadores além de não serem novos eram incompatíveis com o uso pelos moradores.

A questão da ética fica sem sentido nesta obra, logo não é vista. Na primeira cena vem à tona o abuso da autoridade, em que é ignorado o direito da senhora negra dona do escravo que tem sua propriedade subtraída pelo delegado. E que nos dias de hoje não é muito diferente.

Outra cena é o contrato que a escrava e a senhora branca fazem para que a serva consiga sua alforria, tendo que arcar com juros acima do combinado. Atualmente os bancos cobram taxas de juros altas, para empréstimo ou financiamento, o brasileiro do século XXI, paga duas vezes ao banco o valor do produto por ele parcelado.

O jeito de tirar vantagem em tudo, conhecido como jeitinho brasileiro, é um mal enraizado em nossa cultura, que ainda é pouco combatido pelas as sérias instituições democráticas do país. Nossas lideranças políticas estão ganhando o noticiário pela incompetência, pelo mau trato com a coisa pública, por falhas nas políticas públicas etc. Por isso, com tamanha incapacidade de promover igualdade social, nos faz pensar que a constituição serve para garantir direitos da classe dominante, gerando assim, cidadãos de segunda categoria.

Solucionar esse problema é com exemplos, e prática nas simples tarefas do cotidiano. Cobrando das autoridades o compromisso firmado na época de eleição e não deixando cair no esquecimento, os projetos de campanha para a cidade.

No que diz respeito à linguagem é clara e objetiva em comparar duas fases históricas. É informal no tocante das pessoas marginalizadas pelo governo, morando de forma subumana nas periferias carentes desprovidas de hospitais, escolas e delegacias. E formal, quando mostra o mundo da empresa de comunicação persuadindo os clientes para mudar o modo de se fazer propaganda de solidariedade, utilizando o Marketing de forma pejorativa.

Vem-nos sempre a indagação: O que posso fazer enquanto cidadão? Como posso ser útil nesse processo? Ficar esperando a solução de terceiros é deixar passar o tempo de mãos cruzadas. A sociedade muda com a transformação do indivíduo e não a partir da coletividade. Cidadãos conscientes trabalham para educar o analfabeto, promover discussões úteis a sociedade, tirar da marginalidade jovens de rua etc. Temos exemplos, como Herbet José de Souza, mais conhecido por Betinho criador do Natal sem fome.

O trabalho de formiga faz a diferença em uma sociedade, assim, como o exemplo supracitado, temos também do indiano Mahatma Gandhi, tornou um estado livre, sem usar o meio mais comum, a violência, o terror etc., mostrou que princípio da não-agressão é uma opção viável. Sendo assim, o eleitor deve usar seu voto como arma contra o político mal intencionado ou que não cumpriram com o prometido.

Enquanto alienados batemos palmas, concordando com eventos de procedência polêmica que lutam em prol do ativismo social. Outro caso é que estamos conscientemente participando desses atos de injustiça social. Assim, o indivíduo é responsável em querer manter o estado letárgico ou romper o paradigma se emancipando a fim de trabalhar para uma sociedade mais participante atuando na vanguarda das políticas sociais do estado.

Quanto vale ou é por quilo é uma obra que traz o co-enunciador a refletir sobre as disparidades sociais que tanto afligem a nação. Conforme os altos índices de homicídios no Brasil, que são iguais à de um país em guerra, como o Iraque e se nada for feito estamos à beira de uma convulsão social e iminência do caos, pois para qualquer especialista em segurança pública, esses números são absurdos e é isso que a elite do país faz diante o governo “fecha os olhos”.

A obra é uma excelente ferramenta para auxiliar as lideranças comunitárias, estudantes universitários, e para todos que se interessam por política, sociologia e história do Brasil. Tem como intenção fazer o telespectador refletir acerca da sociedade contemporânea sobre o modo como são conduzidas a falsa idéia do bem comum.

Antigamente a escravidão era mantida pelos aparelhos repressivos do estado, como: polícias, exércitos, tribunais etc., por sua vez, a exploração moderna dos trabalhadores é feita por aparelhos ideológicos, por exemplo: família, escola, meios de comunicação etc. Portanto, é de extrema importância a participação das empresas com a responsabilidade social para amenizar a violência e a estrutura insalubre ofertada pelo estado.